Teoria da Literatura I Uerj 2016.1

Ementa: Concepções de literatura. O conceito de gênero literário. Introdução à interpretação de textos.

Aula 1: Apresentação da disciplina: objetivos, programa, cronograma, bibliografia e avaliação;

Aulas 2 e 3: O que é teoria (cap. 1 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler) CULLER__Jonathan

Aulas 4 e 5: O que é literatura (cap. 2 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler)

Aulas 6 e 7: Introdução à leitura de A Odisseia: leitura e discussão de O Mundo de Homero, de Pierre Vidal-Naquet, capítulos: 1; 5; 8 e 9 Pierre Vidal Naquet – O Mundo de Homero

Aulas 8, 9, 10 e 11: Leitura e discussão de A Odisseia, de Homero ODISSÉIA – HOMERO

Aulas 12 e 13: Platão: Livro X da República: o problema da representação e a busca pelo conhecimento platao-a-republica

Aulas 14 e 15: Sófocles: Édipo Rei, análise e comentários Edipo_rei_de_sofocles

Aulas 16 e 17: Poética de Aristóteles: catarse e tragédia aristoteles-poetica-gulbenkian-dig-c

Aula 18: Prova 1 (Platão, Aristóteles, Odisseia e Édipo Rei)

Aulas 19, 20 e 21: Hamlet, de Shakespeare: análise e comentários a partir de “William Shakespeare: Hamlet”, em Como e por que ler, de Harold Bloom. Filme: Hamlet, de Peter Brook: Shakespeare-HamletComo_e_Por_Que_Ler_-_Harold_Bloom

Aulas 22 e 23Sobre a modernidade: Os cinco paradoxos da modernidade, Antoine Compagnon

Aulas 24 e 25: Baudelaire e a modernidade. Leitura de BAUDELAIRE – O pintor da vida moderna + “O homem da multidão”, de Edgar Alan Poe: Edgar-Allan-Poe-Obra-Completa

Aulas 26 e 27: Walter Benjamin: “A obra de arte na época da reprodutibilidade técnica”: A obra de arte na época da reprodutibilidade técnica- Benjamin

Aulas 28 e 29: A partilha do sensível, de Jacques Rancière: partilha do sensivel ranciere

Aulas 30 e 31: avaliação final

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Teoria da Literatura III Uerj 2016.1

Ementa: Estudo da narrativa a partir de autores contemporâneos latino-americanos e problematização dos conceitos de literatura e realidade. Discussão sobre sentido, interpretação e o papel da teoria e da crítica na atuação prática do aluno-pesquisador-crítico.

Aula 1: Apresentação da disciplina e discussão do trabalho do aluno como pesquisador, como crítico ou como professor-pensador. Encaminhamento do trabalho a ser entregue na aula 12 e discutido nas aulas seguintes.

Bloco 1: a literatura e a teoria (textos na pasta da professora na copiadora do andar 11)

Aulas 2 e 3: leitura e discussão dos capítulos 2 e 3 de  A confissão, de César Aira

Aulas 4 e 5: leitura e discussão de O narrador, de Walter Benjamin e de O narrador pós-moderno, de Silviano Santiago BENJAMIN, Walter_O narrador (._.) e silviano-santiago-nas-malhas-da-letra (p. 44 a 60)

Aulas 6 e 7: leitura e discussão de O boxeador polaco e o Discurso de póvoa, de Eduardo Halfon

Aulas 8 e 9: leitura e discussão de Linguagem, sentido e interpretação (Cap 4) e A narrativa (Cap 6), de Teoria Literária, uma introdução, de Jonathan Culler CULLER__Jonathan maior

Bloco 2: o laboratório crítico

Aula 10: leitura e discussão de O que é teoria, de Jonathan Culler (cap 1 de Teoria Literária, uma introdução)

Aula 11: leitura e discussão de Crítica política, de Terry Eagleton (conclusão de Teoria Literária, uma introdução). Critica-Politica-Terry-Eagleton

Aula 12: entrega e apresentação oral dos trabalhos

Aulas 13, 14 e 15: discussão e reescrita dos trabalhos a partir dos problemas que apareceram na leitura da professora.

Aula 16: avaliação final do curso

Passos para a parte prática deste curso (ou como pensar o trabalho): 

1 – Qual questão que está sendo trabalhada no curso coloca problemas que você gostaria de investigar? Ou seja: alguma coisa discutida no curso merece ser aprofundada por você? Daria algum prazer estudar essa questão?

2 – Sua questão pode nascer do embate entre os textos teóricos estudados na disciplina e sua aplicação ou impossibilidade de aplicação numa narrativa de sua escolha; ou do embate entre duas ou mais visões teóricas sobre o trabalho com a literatura; ou de sua leitura, análise e interpretação de um dos textos ficcionais estudados no curso.

3 – Sugestões de textos ficionais para o trabalho final:

César Aira: A confissão; Como me tornei freira; A costureira e o vento; Haicus

Borges: qualquer conto de Ficções

Bolaño: qualquer conto de Chamadas telefônicas ou de Putas assassinas

Katerine Mansfield: qualquer conto de Felicidade

Prática de interpretação de textos I UERJ 2016.1

Ementa: Leituras teóricas sobre a construção da interpretação; estudo da linguagem, da subjetividade e exercícios de interpretação a partir de problemas colocados por alguma ficção e poesia recentes.

Aula 1: apresentação da disciplina

Aulas 2 e 3: “A inelutável cisão do olhar” e “O evitamento do vazio” (cap. 1 e 2 de O que vemos, o que nos olha, de Didi-Huberman) didi-huberman, o que vemos, o que nos olha

Aula 4: Ensaio de interpretação: “Ideias do canário“, de Machado de Assis

Aula 5: Linguagem, sentido e interpretação (cap. 4 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler) CULLER_intro_literaria

Aula 6: Ensaio de interpretação: “O sul”, de Borges Ficções_Borges

Aula 7: O que é a interpretação? (cap. 13 de Hermenêutica, de Richard E. Palmer, p. 225 a 242) (texto na pasta da professora na copiadora do andar 11)

Aula 8: Ensaio de interpretação: Bliss, de Katherine Mansfield Katherine-Mansfield-Bliss ana c.

Aula 9: Retórica, poética e poesia (cap. 5 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler)

Aula 10: Ensaio de interpretação: “A máquina do mundo”, de Drummond drummond-claro-enigma

Aulas 11 e 12: A máquina do mundo na interpretação de Alfredo Bosi e A máquina do mundo na interpretação de Silviano Santiago silviano-santiago-camoes-e-drummond (o texto do Bosi está somente na pasta da professora na copiadora do andar 11)).

Aulas 13 e 14: Literatura e verdade: O boxeador polaco e o Discurso de póvoa, de Eduardo Halfon (texto na pasta da professora na copiadora do andar 11).

Aulas 15 e 16: avaliação final.

A nota final será obtida pela apresentação oral e entrega de trabalho escrito em pelo menos dois ensaios de interpretação propostos na disciplina.