Teoria da literatura III 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2017.1

Ementa: Diferentes correntes teóricas do século XX à atualidade: formalismo russo, teoria crítica (sociológica), estruturalismo e pós-estruturalismo, desconstrução e estudos culturais.

Aula 1: apresentação do curso. Conversa a partir do texto “Leitura: modalidades e técnicas”, de Um pouco de método, de Roberto Acízelo e encaminhamento ao texto Como fazer uma resenha acadêmica, de Maria Lucia Andrade como fazer uma resenha academica (31/08)

Aulas 2 e 3: Formalismo russo (5 e 12/09)
Chklóvski, Victor. “A arte como procedimento” A arte como procedimento – V. Chklovski
Eikhenbaum, Boris.  “Como é feito O Capote de Gogol” Como é feito o capote de Gogol – B. Eikhenbaum
Gogol, Nikolai. O capote. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2001 O capote – Gogol

Aulas 4 e 5: Literatura e sociedade (Escola de Frankfurt) (19 e 26/09)
Benjamin, Walter. “A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica” A obra de arte na época da reprodutibilidade técnica- Benjamin
Adorno, Theodor. “A Indústria Cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” Adorno_dialetica_esclarec

Entrega de resenha de um dos textos teóricos vistos até aqui (nota 1) – 10 de outubro!

Aulas 6 e 7: Estruturalismo, pós-estruturalismo ( 3 e 10/10)
Barthes, Roland. “A morte do autor” e “Da obra ao texto” A_morte_do_autor_barthes + BARTHES-da obra ao textofoucault%20michel-%20o%20que%20%e9%20o%20auto
Borges, Jorge Luis. “Pierre Menard, autor de Quixote” Pierre-Menard-o-autor-de-Dom-Quixote

Aulas 8 e 9: Desconstrução (17 e 24/10)
Derrida, Jaques. “A estrutura, o signo e o jogo nas ciências humanas” DERRIDA-Jacques-A-estrutura-o-signo-e-o-jogo-nas-ciencias-humanas

Santiago, Silviano. Glossário de Derrida. Entradas: Jogo; construção; complemento; suplemento; diffèrance; estrutura; indecidível Santiago-Glossario-de-Derrida

Aulas 9 e 10:Estudos culturais (31/10 e 7/11)

Hall, Stuart. Estudos culturais e seu legado teórico. Estudos culturais-Stuart-Hall

Santiago, Silviano. A democratização no Brasil (1975-1981) Cultura X Arte. democratizacaonobrasil

Entrega de resenha de um dos textos teóricos a partir da aula 6 (nota 2) – 14 de nov.

Aulas 10 e 11 – (14 e 21/11) – Discussão dos cap. 2 e 3 de La confessión, de César Aira (somente na pasta 541)

Aula 12 (28/11): avaliação final (prova sobre todo o conteúdo da disciplina)

Avaliação: nota 1 + nota 2 divididas por 2 = média final
As resenhas devem ser feitas segundo o texto Como fazer uma resenha acadêmica

Bibliografia
ANDRADE, Maria Lucia C.V. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2006.
ADORNO, HORKHEIMER. Dialética do esclarecimento. Trad. Guido Antonio de Almeida. Rj: Jorge Zahar Editor, 1985.
BARTHES, Roland. O rumor da lingua. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas I. Magia e técnica, arte e política. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BORGES, Jorge Luiz. Ficções. Trad. Carlos Nejar. São Paulo: Abril Cultural, 1972.
CHKLOVSKI; EIKHENBAUM et al. Teoria da literatura: formalistas russos. POA: Ed Globo, sem ano.
DERRIDA, Jacques. A escritura e a diferença. Trad. Maria Beatriz Marques Nizza da Silva. São Paulo: Perspectiva, 1971.
GOGOL. O capote. Trad. Maria Aparecida Botelho Pereira Soares. RJ: Alhambra, 1986.

HALL, Stuart. Da diáspora. Identidades e mediações culturais. Org. Liv Sovik. Belo Horizonte: Ed da UFMG, 2013.

SANTIAGO, Silviano. O cosmopolitismo do pobre. Crítica Literária e crítica cultural. Belo Horizonte: Ed da UFMG, 2004.

SANTIAGO, Silviano. Glossário de Derrida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Um pouco de método nos estudos literários em particular, com extensão às humanidades em geral. São Paulo: É Realizações, 2016.

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Teoria da literatura I 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2017.1

Ementa: discussão dos conceitos básicos da disciplina: literatura, teoria, crítica, gênero, interpretação

Aula 1: apresentação do curso. Conversa a partir do texto “Leitura: modalidades e técnicas”, de Um pouco de método, de Roberto Acízelo e encaminhamento ao texto Como fazer uma resenha acadêmica, de Maria Lucia Andrade como fazer uma resenha academica

Aulas 2 e 3: Discussão de Literatura para quê?, de Antoine Compagnon Compagnon, Antoine. Literatura, para quê
Aulas 4 e 5: O que é literatura?, leitura e discussão do segundo cap. de Teoria Literária, de Jonathan Culler CULLER__Jonathan maior
Aulas 6 e 7: O que é teoria?, leitura e discussão do primeiro cap. de Teoria Literária, de Jonathan Culler (no link acima)
Aulas 7 e 8: Sobre o autor: leitura e discussão de A morte do autor, de Roland Barthes e de O que é um autor, de Foucault A_morte_do_autor_barthes + foucaultoqueéumautor
Aulas 9 e 10: A literatura e o mundo: discussão do cap. 3 de O demônio da teoria, de Antoine Compagnon COMPAGNON-Antoine-O-Demonio-da-Teoria
Aulas 11 e 12: leitura e discussão de O boxeador polaco e O discurso de Póvoa, de Eduardo Halfon (somente na pasta 541)

Entrega de uma resenha de um dos textos teóricos vistos até a aula 10 (nota 1)

Aulas 13 e 14: Reflexões sobre o papel do crítico literário, de Eduardo F. Coutinho Criação e crítica- reflexões sobre o papel do crítico literário, Eduardo Coutinho
Aulas 15 e 16: leitura e discussão de O sul + O outro, de Jorge Luiz Borges Ficções_Borges + Borges- o outro
Aulas 17 e 18: História literária e julgamento de valor, de Leyla Perrone Moisés PERRONE-MOISES_historia e julgamento de valor

Entrega de uma resenha de um dos textos teóricos discutidos a partir da aula 11 (nota 2)

Aulas 19 e 20: discussões sobre as resenhas e prova final

Avaliação: nota 1 + nota 2 divididas por 2 = média final.
As resenhas devem ser feitas segundo o texto Como fazer uma resenha acadêmica

Bibliografia
ANDRADE, Maria Lucia C.V. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2006.
BARTHES, Roland. O rumor da lingua. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BORGES, Jorge Luis. Ficções. Trad. Carlos Nejar. São Paulo: Abril Cultural, 1972.
BORGES, Jorge Luis. O livro de areia. Trad. Davi Arrigucci Jr. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 1999.
COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê?. Trad. Laura Taddei Brandini. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
COUTINHO, Eduardo F. Literatura comparada — Reflexões. Rio de Janeiro: Anablume, 2014.
CULLER, Jonathan. Teoria literária, uma introdução.Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.
FOUCAULT, Michel. O que é um autor. In: Estética: literatura, pintura, música e cinema. Org. Manoel Barros da Motta; trad. Inês Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.
HALFON, Eduardo. O boxeador polaco. Trad. Lui Fagundes. Rio de Janeiro: Rocco, 2014.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Altas Literaturas. São Paulo: Cia das Letras, 1998.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Um pouco de método nos estudos literários em particular, com extensão às humanidades em geral. São Paulo: É Realizações, 2016.

Técnicas de pesquisa de fontes bibliográficas e virtuais 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2017.1

Ementa: técnicas de pesquisas de fontes bibliográficas: diversificação de materiais didáticos para o ensino. Disciplina prática.

Aula 1: Aula inaugural de Silviano Santiago

Aula 2: apresentação da disciplina e proposta de trabalho
Aula 3: discussão de Literatura para quê?, de Antoine Compagnon Compagnon, Antoine. Literatura, para quê
Aula 4: discussão do texto Da intransitividade do ensino de literatura, de Fabio Akcelrud Durão Durão. Da intransitividade do ensino da literatura
Aula 5: discussão de Suíte acadêmica: apontamentos poéticos para elaboração de projetos de pesquisa em Comunicação, de João Anzanelo Carrascoza Suite academica

Aula 6: visita guiada a uma biblioteca (provavelmente em outro horário, à tarde, por exemplo)
Aula 7: conversa e apresentação dos alunos quanto à busca de um texto ideal para trabalhar uma aula para o ensino médio tendo em vista as questões teóricas abordadas no curso (nota 1a)
Aula 8: aula reservada para uma visita a uma livraria
Aulas 9: conversa sobre “O que você encontrou numa livraria?” que poderia ser útil para sua aula (não precisa comprar, basta folhear, fotografar, buscar em sebos ou na internet depois) (nota 1b)
Aula 10: apresentação dos trabalhos escritos e do texto escolhido (nota 2)
Aula 11: discussão de O que fazer com a literatura + O incompreensível, de César Aira

Aula 12: fechamento do curso

Avaliação
Nota 1: participação nas atividades do curso (5.0 cada)
Nota 2: trabalho escrito e apresentação (10.0)
Nota final: resultado da soma entre notas 1a e b + nota 2, divido por 2

REFERÊNCIAS
COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê?. Trad. Laura Taddei Brandini. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
CULLER, Jonathan. Teoria literária, uma introdução.Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.
DURÃO. Fabio Akcelrud. Da intransitividade do ensino de literatura. Matraga. Revista do Programa de Pós-Graduação da UERJ. Vol. 24, n. 40, maio 2017.

Prática de interpretação de textos I 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri

Ementa: Leituras teóricas sobre a construção da interpretação; e exercícios de interpretação a partir de problemas colocados por alguma ficção e poesia recentes.

Aula 1: apresentação do curso. Conversa a partir do texto “Leitura: modalidades e técnicas”, de Um pouco de método, de Roberto Acízelo e encaminhamento ao texto Como fazer uma resenha acadêmica, de Maria Lucia Andrade

Aula 2 : “A inelutável cisão do olhar” e “O evitamento do vazio” (cap. 1 e 2 de O que vemos, o que nos olha, de Didi-Huberman) didi-huberman, g. o que vemos, o que nos olha

Aula 3: Ensaio de interpretação: “Ideias do canário”, de Machado de Assis ideias do canario

Aulas 4: Linguagem, sentido e interpretação (cap. 4 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler) CULLER__Jonathan maior

Aula 5: Ensaio de interpretação: “O sul”, de Borges Ficções_Borges

Aula 6: Retórica, poética e poesia (cap. 5 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler)

Aula 7: Ensaio de interpretação: A máquina do mundo, de Drummond drummond-claro-enigma

Aulas 8 e 9: A máquina do mundo na interpretação de Alfredo Bosi e A máquina do mundo na interpretação de Silviano Santiago — Seminários dos alunos em busca das especificidades de cada uma das interpretações propostas silviano-santiago-camc3b5es-e-drummond

Aula 10: contra a interpretação, de Susan Sontag Contra a Interpretação – Susan Sontag

Avaliação: nota 1 + nota 2 divididas por 2 = média final. A nota 3 servirá para aumentar a média final.
Nota 1 – resenha de um dos textos teóricos conforme passos em Como fazer uma resenha acadêmica (texto na pasta e no blog); nota 2 – seminário; nota 3 – participação em sala, especialmente nos ensaios de interpretação.

Bibliografia
ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma. Rio de Janeiro: Record, 2000.
ANDRADE, Maria Lucia C.V. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2006.
BORGES, Jorge Luiz. Ficções. Trad. Carlos Nejar. São Paulo: Abril Cultural, 1972.
BOSI, Alfredo. Céu, inferno. São Paulo: Duas cidades, Ed 34, 2003.
CULLER, Jonathan. Teoria literária, uma introdução.Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.
HUBERMANN, Didi. O que vemos, o que nos olha. Trad. Paulo Neves. São Paulo: Ed 34, 1998.
ASSIS, Machado de. Páginas Recolhidas. São Paulo: Globo, 1997.
SANTIAGO, Silviano. “Camões e Carlos Drummond: a máquina do mundo”. In: Walty, Ivete Lara Camargos; Cury, Maria Zilda Ferreira (org.). Drummond: poesia e experiência. Belo Horizonte: Autêntica, 2002, p. 13-27.
SONTAG, Susan. Contra a interpretação. Trad. Ana Maria Capovilla. POA: L&PM, 1987.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Um pouco de método nos estudos literários em particular, com extensão às humanidades em geral. São Paulo: É Realizações, 2016.