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Teoria da literatura III 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2017.1

Ementa: Diferentes correntes teóricas do século XX à atualidade: formalismo russo, teoria crítica (sociológica), estruturalismo e pós-estruturalismo, desconstrução e estudos culturais.

Aula 1: apresentação do curso. Conversa a partir do texto “Leitura: modalidades e técnicas”, de Um pouco de método, de Roberto Acízelo e encaminhamento ao texto Como fazer uma resenha acadêmica, de Maria Lucia Andrade como fazer uma resenha academica (31/08)

Aulas 2 e 3: Formalismo russo (5 e 12/09)
Chklóvski, Victor. “A arte como procedimento” A arte como procedimento – V. Chklovski
Eikhenbaum, Boris.  “Como é feito O Capote de Gogol” Como é feito o capote de Gogol – B. Eikhenbaum
Gogol, Nikolai. O capote. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2001 O capote – Gogol

Aulas 4 e 5: Literatura e sociedade (Escola de Frankfurt) (19 e 26/09)
Benjamin, Walter. “A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica” A obra de arte na época da reprodutibilidade técnica- Benjamin
Adorno, Theodor. “A Indústria Cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” Adorno_dialetica_esclarec

Entrega de resenha de um dos textos teóricos vistos até aqui (nota 1) – 10 de outubro!

Aulas 6 e 7: Estruturalismo, pós-estruturalismo ( 3 e 10/10)
Barthes, Roland. “A morte do autor” e “Da obra ao texto” A_morte_do_autor_barthes + BARTHES-da obra ao textofoucault%20michel-%20o%20que%20%e9%20o%20auto
Borges, Jorge Luis. “Pierre Menard, autor de Quixote” Pierre-Menard-o-autor-de-Dom-Quixote

Aulas 8 e 9: Desconstrução (17 e 24/10)
Derrida, Jaques. “A estrutura, o signo e o jogo nas ciências humanas” DERRIDA-Jacques-A-estrutura-o-signo-e-o-jogo-nas-ciencias-humanas

Santiago, Silviano. Glossário de Derrida. Entradas: Jogo; construção; complemento; suplemento; diffèrance; estrutura; indecidível Santiago-Glossario-de-Derrida

Aulas 9 e 10:Estudos culturais (31/10 e 7/11)

Hall, Stuart. Estudos culturais e seu legado teórico. Estudos culturais-Stuart-Hall

Santiago, Silviano. A democratização no Brasil (1975-1981) Cultura X Arte. democratizacaonobrasil

Entrega de resenha de um dos textos teóricos a partir da aula 6 (nota 2) – 14 de nov.

Aulas 10 e 11 – (14 e 21/11) – Discussão dos cap. 2 e 3 de La confessión, de César Aira (somente na pasta 541)

Aula 12 (28/11): avaliação final (prova sobre todo o conteúdo da disciplina)

Avaliação: nota 1 + nota 2 divididas por 2 = média final
As resenhas devem ser feitas segundo o texto Como fazer uma resenha acadêmica

Bibliografia
ANDRADE, Maria Lucia C.V. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2006.
ADORNO, HORKHEIMER. Dialética do esclarecimento. Trad. Guido Antonio de Almeida. Rj: Jorge Zahar Editor, 1985.
BARTHES, Roland. O rumor da lingua. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas I. Magia e técnica, arte e política. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BORGES, Jorge Luiz. Ficções. Trad. Carlos Nejar. São Paulo: Abril Cultural, 1972.
CHKLOVSKI; EIKHENBAUM et al. Teoria da literatura: formalistas russos. POA: Ed Globo, sem ano.
DERRIDA, Jacques. A escritura e a diferença. Trad. Maria Beatriz Marques Nizza da Silva. São Paulo: Perspectiva, 1971.
GOGOL. O capote. Trad. Maria Aparecida Botelho Pereira Soares. RJ: Alhambra, 1986.

HALL, Stuart. Da diáspora. Identidades e mediações culturais. Org. Liv Sovik. Belo Horizonte: Ed da UFMG, 2013.

SANTIAGO, Silviano. O cosmopolitismo do pobre. Crítica Literária e crítica cultural. Belo Horizonte: Ed da UFMG, 2004.

SANTIAGO, Silviano. Glossário de Derrida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Um pouco de método nos estudos literários em particular, com extensão às humanidades em geral. São Paulo: É Realizações, 2016.

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Teoria da literatura I 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2017.1

Ementa: discussão dos conceitos básicos da disciplina: literatura, teoria, crítica, gênero, interpretação

Aula 1: apresentação do curso. Conversa a partir do texto “Leitura: modalidades e técnicas”, de Um pouco de método, de Roberto Acízelo e encaminhamento ao texto Como fazer uma resenha acadêmica, de Maria Lucia Andrade como fazer uma resenha academica

Aulas 2 e 3: Discussão de Literatura para quê?, de Antoine Compagnon Compagnon, Antoine. Literatura, para quê
Aulas 4 e 5: O que é literatura?, leitura e discussão do segundo cap. de Teoria Literária, de Jonathan Culler CULLER__Jonathan maior
Aulas 6 e 7: O que é teoria?, leitura e discussão do primeiro cap. de Teoria Literária, de Jonathan Culler (no link acima)
Aulas 7 e 8: Sobre o autor: leitura e discussão de A morte do autor, de Roland Barthes e de O que é um autor, de Foucault A_morte_do_autor_barthes + foucaultoqueéumautor
Aulas 9 e 10: A literatura e o mundo: discussão do cap. 3 de O demônio da teoria, de Antoine Compagnon COMPAGNON-Antoine-O-Demonio-da-Teoria
Aulas 11 e 12: leitura e discussão de O boxeador polaco e O discurso de Póvoa, de Eduardo Halfon (somente na pasta 541)

Entrega de uma resenha de um dos textos teóricos vistos até a aula 10 (nota 1)

Aulas 13 e 14: Reflexões sobre o papel do crítico literário, de Eduardo F. Coutinho Criação e crítica- reflexões sobre o papel do crítico literário, Eduardo Coutinho
Aulas 15 e 16: leitura e discussão de O sul + O outro, de Jorge Luiz Borges Ficções_Borges + Borges- o outro
Aulas 17 e 18: História literária e julgamento de valor, de Leyla Perrone Moisés PERRONE-MOISES_historia e julgamento de valor

Entrega de uma resenha de um dos textos teóricos discutidos a partir da aula 11 (nota 2)

Aulas 19 e 20: discussões sobre as resenhas e prova final

Avaliação: nota 1 + nota 2 divididas por 2 = média final.
As resenhas devem ser feitas segundo o texto Como fazer uma resenha acadêmica

Bibliografia
ANDRADE, Maria Lucia C.V. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2006.
BARTHES, Roland. O rumor da lingua. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
BORGES, Jorge Luis. Ficções. Trad. Carlos Nejar. São Paulo: Abril Cultural, 1972.
BORGES, Jorge Luis. O livro de areia. Trad. Davi Arrigucci Jr. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 1999.
COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê?. Trad. Laura Taddei Brandini. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
COUTINHO, Eduardo F. Literatura comparada — Reflexões. Rio de Janeiro: Anablume, 2014.
CULLER, Jonathan. Teoria literária, uma introdução.Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.
FOUCAULT, Michel. O que é um autor. In: Estética: literatura, pintura, música e cinema. Org. Manoel Barros da Motta; trad. Inês Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.
HALFON, Eduardo. O boxeador polaco. Trad. Lui Fagundes. Rio de Janeiro: Rocco, 2014.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Altas Literaturas. São Paulo: Cia das Letras, 1998.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Um pouco de método nos estudos literários em particular, com extensão às humanidades em geral. São Paulo: É Realizações, 2016.

Técnicas de pesquisa de fontes bibliográficas e virtuais 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2017.1

Ementa: técnicas de pesquisas de fontes bibliográficas: diversificação de materiais didáticos para o ensino. Disciplina prática.

Aula 1: Aula inaugural de Silviano Santiago

Aula 2: apresentação da disciplina e proposta de trabalho
Aula 3: discussão de Literatura para quê?, de Antoine Compagnon Compagnon, Antoine. Literatura, para quê
Aula 4: discussão do texto Da intransitividade do ensino de literatura, de Fabio Akcelrud Durão Durão. Da intransitividade do ensino da literatura
Aula 5: discussão de Suíte acadêmica: apontamentos poéticos para elaboração de projetos de pesquisa em Comunicação, de João Anzanelo Carrascoza Suite academica

Aula 6: visita guiada a uma biblioteca (provavelmente em outro horário, à tarde, por exemplo)
Aula 7: conversa e apresentação dos alunos quanto à busca de um texto ideal para trabalhar uma aula para o ensino médio tendo em vista as questões teóricas abordadas no curso (nota 1a)
Aula 8: aula reservada para uma visita a uma livraria
Aulas 9: conversa sobre “O que você encontrou numa livraria?” que poderia ser útil para sua aula (não precisa comprar, basta folhear, fotografar, buscar em sebos ou na internet depois) (nota 1b)
Aula 10: apresentação dos trabalhos escritos e do texto escolhido (nota 2)
Aula 11: discussão de O que fazer com a literatura + O incompreensível, de César Aira

Aula 12: fechamento do curso

Avaliação
Nota 1: participação nas atividades do curso (5.0 cada)
Nota 2: trabalho escrito e apresentação (10.0)
Nota final: resultado da soma entre notas 1a e b + nota 2, divido por 2

REFERÊNCIAS
COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê?. Trad. Laura Taddei Brandini. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
CULLER, Jonathan. Teoria literária, uma introdução.Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.
DURÃO. Fabio Akcelrud. Da intransitividade do ensino de literatura. Matraga. Revista do Programa de Pós-Graduação da UERJ. Vol. 24, n. 40, maio 2017.

Prática de interpretação de textos I 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Professora: Ieda Magri

Ementa: Leituras teóricas sobre a construção da interpretação; e exercícios de interpretação a partir de problemas colocados por alguma ficção e poesia recentes.

Aula 1: apresentação do curso. Conversa a partir do texto “Leitura: modalidades e técnicas”, de Um pouco de método, de Roberto Acízelo e encaminhamento ao texto Como fazer uma resenha acadêmica, de Maria Lucia Andrade

Aula 2 : “A inelutável cisão do olhar” e “O evitamento do vazio” (cap. 1 e 2 de O que vemos, o que nos olha, de Didi-Huberman) didi-huberman, g. o que vemos, o que nos olha

Aula 3: Ensaio de interpretação: “Ideias do canário”, de Machado de Assis ideias do canario

Aulas 4: Linguagem, sentido e interpretação (cap. 4 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler) CULLER__Jonathan maior

Aula 5: Ensaio de interpretação: “O sul”, de Borges Ficções_Borges

Aula 6: Retórica, poética e poesia (cap. 5 de Introdução à teoria literária, de Jonathan Culler)

Aula 7: Ensaio de interpretação: A máquina do mundo, de Drummond drummond-claro-enigma

Aulas 8 e 9: A máquina do mundo na interpretação de Alfredo Bosi e A máquina do mundo na interpretação de Silviano Santiago — Seminários dos alunos em busca das especificidades de cada uma das interpretações propostas silviano-santiago-camc3b5es-e-drummond

Aula 10: contra a interpretação, de Susan Sontag Contra a Interpretação – Susan Sontag

Avaliação: nota 1 + nota 2 divididas por 2 = média final. A nota 3 servirá para aumentar a média final.
Nota 1 – resenha de um dos textos teóricos conforme passos em Como fazer uma resenha acadêmica (texto na pasta e no blog); nota 2 – seminário; nota 3 – participação em sala, especialmente nos ensaios de interpretação.

Bibliografia
ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma. Rio de Janeiro: Record, 2000.
ANDRADE, Maria Lucia C.V. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2006.
BORGES, Jorge Luiz. Ficções. Trad. Carlos Nejar. São Paulo: Abril Cultural, 1972.
BOSI, Alfredo. Céu, inferno. São Paulo: Duas cidades, Ed 34, 2003.
CULLER, Jonathan. Teoria literária, uma introdução.Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.
HUBERMANN, Didi. O que vemos, o que nos olha. Trad. Paulo Neves. São Paulo: Ed 34, 1998.
ASSIS, Machado de. Páginas Recolhidas. São Paulo: Globo, 1997.
SANTIAGO, Silviano. “Camões e Carlos Drummond: a máquina do mundo”. In: Walty, Ivete Lara Camargos; Cury, Maria Zilda Ferreira (org.). Drummond: poesia e experiência. Belo Horizonte: Autêntica, 2002, p. 13-27.
SONTAG, Susan. Contra a interpretação. Trad. Ana Maria Capovilla. POA: L&PM, 1987.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Um pouco de método nos estudos literários em particular, com extensão às humanidades em geral. São Paulo: É Realizações, 2016.

Literatura mundial e América Latina Mestrado 2017.1

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES
INSTITUTO DE LETRAS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRA

Prof. Dra. Ieda Magri
Terças 17:00 às 20:20h
Literatura mundial e América Latina
O curso objetiva discutir de que maneira alguma literatura latino-americana ingressa na discussão de uma ideia de literatura mundial a partir de alguns teóricos que pensaram essa problemática em três movimentos: o contexto mundial com Pascale Casanova, Franco Moretti e Gayatri Spivak; o contexto latino-americano com Inácio Sanches Prado, Walter Mignolo, Josefina Ludmer, Beatriz Sarlo e Roberto Bolaño e o contexto brasileiro com Antonio Candido, Roberto Schwarz e Silviano Santiago.

Textos na pasta da disciplina no xerox do andar 11.

Calendário (15 encontros):
Março
14/03 – Apresentação da disciplina e contextualização do conceito de literatura mundial 000valery_la liberté de l’esprit + 2_weltliteratur_goethe + 00_o mercado de bens simbolicos – Bourdieu
21/03 – Discussão de A república mundial das letras, de Pascale Casanova: Pascale Casanova, “Princípios de uma história mundial da literatura”, de República mundial das letras Aqui o link do livro inteiro: recomendo a leitura dos cap. 1 e 3 especialmente. 4_Casanova-Repu-blica-Mundial-das-Letras
28/03 – Discussão de “Conjecturas sobre a literatura mundial” e “More conjectures” + A literatura vista de longe (apenas na pasta do xerox, andar 11), de Franco Moretti: moretti conjeturas_sobre_a_literatura; moretti-more-conjectures-nlr-20-march-april-2003franco-moretti
Abril
04/04 – Discussão de Morte de una disciplina, de Gayatri Spivak: (texto completo apenas na pasta do xerox, andar 11, em espanhol):  Gayatri-Chakravorty-Spivak-Muerte-de-Una-Disciplina-Seleccion
11/04 – Discussão de La idea de América Latina, de Walter Mignolo: walter-mignolo-la-idea-de-america-latina
18/04 – Discussão de “Hijos de Metapa”, de Ignacio Sanches Prado + “Apuntes sobre la literatura mundial, o acerca de la imposibilidad de la literatura universal”, de Hugo Achugar: América Latina en la “literatura mundial” (Introdução), de Ignácio Sanches Prado; 324341524-apuntes-sobre-la-literatura-mundial-o-acerca-de-la-posible-universalidad-de-la-literatura-universal-hugo-achugar

Extra para quem desejar ler mais: Roberto-Fernandez-Retamar-Para-Una-Teoria-de-La-Literatura-Hispanoamericana  + Roberto-Retamar
02/05 – Discussão de Borges, un escritor en las orillas, de Beatriz Sarlo: sarlo-beatriz-borges-un-escritor-en-las-orillas
Maio
09/05 – Discussão de Aqui, América Latina, de Josefina Ludmer: aqui-america-latina-josefina-ludmer
16/05 – Discussão de Detetives selvagens de Roberto Bolaño: bolan%cc%83o_roberto_-_los_detectives_salvajes1
23/05 – Discussão de “Literatura e subdesenvolvimento”, de Antonio Candido e “Apesar de dependente, universal”, de Silviano Santiago : candido; santiago
30/05 – Discussão de “Nacional por subtração” e de “Leituras em competição”, de Roberto Schwarz: roberto-schwarz-nacional-por-subtra; leituras-em-competic
06/06 –  Discussão de As raízes e o labirinto da América Latina, de Silviano Santiago. (Para essa discussão é desejável a leitura de As raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda e de O labirinto da solidão, de Otávio Paz): Silviano-Santiago-as-Raizes-e-o-Labirinto-Da-Am-pdf raizes-do-brasil-sergio-buarque-de-holanda
Junho
13/06 – Continuação da discussão do encontro anterior
Julho (ou dois encontros em dias diferentes nos meses anteriores)
13/07 – Seminário (apresentação oral de propostas de trabalho final)
20/07 – Seminário (apresentação oral de propostas de trabalho final) e fechamento do curso.

Avaliação
Seminários (apresentação oral de propostas de trabalho final)
Trabalho final (ensaio escrito a partir dos temas do curso)

Bibliografia básica obrigatória
BOLAÑO, Roberto. Os detetives selvagens. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
CANDIDO, Antonio. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.
CASANOVA, Pascale. República mundial das letras. Trad. Marina Appenzeller. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971.
LUDMER, Josefina. Aquí América latina. Una especulación. Buenos Aires: eterna Cadência, 2010.
MORETTI, Franco. Conjectures on world literature. New Left Review 1, janeiro e fevereiro de 2000.
MORETTI, Franco. More conjectures. New Left Review 20, março e abril de 2003.
MORETTI, Franco. A literatura vista de longe. Trad. Anselmo Pessoa Neto. Porto Alegre: Arquipélago, 2008.
MIGNOLO, Walter. La idea de Latino América. La herida colonial y la opción decolonial. Trad. Silvia Jawerbaun y Julieta Barba. Barcelona: Gedisa, 2005.
RAMA, Ángel. Literatura, cultura e sociedade na América Latina. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
SANTIAGO. Silviano. Uma literatura nos trópicos. Ensaios sobre dependência cultural. São Paulo: Perspectiva, 1978.
SANTIAGO. Silviano. As raízes e o labirinto da América Latina. Rio de Janeiro: Rocco, 2006.
SANTIAGO,  Silviano. Vale  quanto  pesa.  Rio  de  Janeiro:  Paz  e  Terra,  1980.
SARLO, Beatriz. Borges. Un escritor en las orillas. Espanha: Siglo Veinteuno Editores, 2005.
SCHWARZ. Roberto. Que horas são? Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
SPIVAK, Gayatri. Morte de una disciplina. Trad. Irlanda Villegas. Santiago do Chile: Palinódia, 2009.
PAZ, Octavio. Labirinto da Solidão. Paz e Terra: São Paulo, 2006.
PRADO, Sanches. América Latina en la “literatura mundial”. Instituto Internacional de Literatura Iberoamericana, Universidade de Pittsburg, 2006.

Teoria 4 -(jan-jun 2017)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Plano da disciplina: Teoria da Literatura 4
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2016 / 2      (janeiro a junho de 2017)

(Textos na pasta da professora no xerox do andar 11 e em https://iedamagri.wordpress.com) É necessário estar com os textos na sala de aula, em todas as aulas.

Ementa: Estudo da narrativa a partir de autores contemporâneos latino-americanos e problematização dos conceitos de literatura e realidade. Discussão sobre sentido, interpretação e o papel da teoria e da crítica na atuação prática do aluno-pesquisador-crítico.

Aula 1: Apresentação da disciplina e discussão do trabalho do aluno como pesquisador/professor e crítico. Encaminhamento do trabalho a ser apresentado na aula 12, entregue na aula 13 e discutido nas aulas seguintes.

Bloco 1: a literatura e a teoria
Aulas 2 e 3: leitura e discussão de A confissão, de César Aira (Cap. 1 e 2) (apenas na pasta) Aqui em espanhol: Aira-Cesar-La-Confesion
Aula 4: O narrador, de Walter Benjamin: BENJAMIN, Walter_O narrador (._.)
Aula 5: O narrador pós-moderno, de Silviano Santiago: silviano-santiago-nas-malhas-da-letra
Aula 6: O boxeador polaco e o Discurso de póvoa, de Eduardo Halfon (apenas na pasta)
Aula 7: Linguagem, sentido e interpretação (Cap 4), de Teoria Literária, uma introdução, de Jonathan Culler: CULLER__Jonathan
Aula 8: A narrativa (Cap 6), de Teoria Literária, uma introdução, de Jonathan Culler (no link anterior)

Bloco 2: o laboratório crítico
Aula 9: Criação e crítica: reflexões sobre o papel do crítico literário, de Eduardo F. Coutinho: Criação e crítica- reflexões sobre o papel do crítico literário, Eduardo Coutinho
Aula 10: Texto (teoria do), de Roland Barthes: (apenas na pasta)
Aula 11: Crítica política, de Terry Eagleton (conclusão de Teoria Literária, uma introdução): Critica-Politica-Terry-Eagleton

Aula 12: discussão sobre os trabalhos: apresentação oral das propostas dos alunos
Aula 13: Entrega dos trabalhos escritos  (primeira avaliação)
Aulas 14 e 15: discussão e reescrita dos trabalhos a partir dos problemas que apareceram na leitura e conversas sobre os textos ficcionais (ver passo 3, abaixo) (segunda avaliação).

Aula 16: avaliação final do curso e terceira avaliação
(Obs.: 4 faltas reprovam)

Passos para a parte prática deste curso (ou como pensar o trabalho):
1 – Qual questão que está sendo trabalhada no curso coloca problemas que você gostaria de investigar? Ou seja: alguma coisa discutida no curso merece ser aprofundada por você? Daria algum prazer estudar essa questão?

2 – Sua questão pode nascer do embate entre os textos teóricos estudados na disciplina e sua aplicação ou impossibilidade de aplicação numa narrativa de sua escolha; ou do embate entre duas ou mais visões teóricas sobre o trabalho com a literatura; ou de sua leitura, análise e interpretação de um dos textos ficcionais estudados no curso de acordo com um ou mais dos textos teóricos estudados.

3 – Sugestões de textos ficcionais para o trabalho final:
César Aira: Como me tornei freira; A costureira e o vento
Borges: qualquer conto de Ficções
Bolaño: qualquer conto de Chamadas telefônicas ou de Putas assassinas ou um dos romances: Amuleto; Noturno do Chile; Estrela distante; Detetives Selvagens; 2666
Lina Meruane: Sangue no olho (romance)
Mário Bellatin: Cães heróis (novela)
Obs.: Não estão na pasta, nem no blog. Use uma biblioteca ou um sebo ou uma livraria.

Bibliografia principal
AIRA, César. A confissão. Trad. Hugo Almeida, Ieda Magri, Juliana Ribeiro, Mariana Teixeira. Sem publicação.
BARTHES, Roland. Inéditos – vol 1 – teoria. Trad. Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins, 2004.
BENJAMIN, Walter. “O narrador”. In: Magia e técnica, arte e política. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. (Obras Escolhidas; v. 1).
COUTINHO, Eduardo F. Literatura Comparada — Reflexões. Rio de Janeiro: Anablume, 2014.
CULLER, Jonathan. Teoria literária: uma introdução. Tradução de Sandra Guardini T. Vasconcelos. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.
EAGLETON, Terry. Ideologia. Trad. Silvana Vieira. São Paulo: Unesp/Boitempo, 1997.
HALFON, Eduardo. O boxeador polaco. Trad. Lui Fagundes. Rio de Janeiro: Rocco, 2014.
SANTIAGO, Silviano. Nas malhas da letra. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

A outra bibliografia
AIRA, César. Como me tornei freira, seguido de A costureira e o vento. Trad. Angélica Freitas. Rio de Janeiro, Rocco, 2013.
BELLATIN, Mário. Cães heróis. Trad. Joca Wolff. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
BOLAÑO, Roberto. Chamadas telefônicas. Trad. Eduardo Brandão. Rio de Janeiro: Cia. Das Letras, 2012.
BOLAÑO, Roberto. 2666. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
BOLAÑO, Roberto. Estrela distante. Trad. Bernardo Ajzenberg. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
BOLAÑO, Roberto. Amuleto. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
BOLAÑO, Roberto. Os detetives selvagens. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
BOLAÑO, Roberto. Noturno do Chile. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
BOLAÑO, Roberto. Putas assassinas. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
BORGES, Jorge Luis. Ficções. Trad. Carlos Nejar. Porto Alegre: Ed. Globo/Digital Source, 1994.
MERUANE, Lina. Sangue no olho. Trad. Josely Vianna Baptista. São Paulo: Cosac Naify, 2015.

Teoria 2 (jan.-jun. 2017)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
CULT – Departamento de Teoria Literária e Literatura Brasileira
Plano da disciplina: Teoria da Literatura 2
Professora: Ieda Magri
Semestre: 2016 / 2      (janeiro a junho de 2017)

(Textos na pasta da professora no xerox do andar 11 e em https://iedamagri.wordpress.com. É necessário estar com os textos na sala de aula, em todas as aulas.)

Ementa: Os sentidos da reflexão sobre literatura. Questões de história e literatura. Questões de crítica literária. A análise e a interpretação literária.

Aulas 1 e 2: Apresentação da disciplina. Pra que serve a literatura? Discussão sobre Literatura para quê? de Antoine Compagnon: Compagnon, Antoine. Literatura, para quê
Aulas 3 e 4:  Leitura e discussão de “A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica”, de Walter Benjamin:  A obra de arte na época da reprodutibilidade técnica- Benjamin
Aulas 5 e 6: Leitura e discussão do cap. 1 (p. 67 até 119) de As regras da arte, de Pierre Bourdieu: bourdieu-pierre-as-regras-da-arte
Aulas 7 e 8: Início da discussão de Madame Bovary, de Flaubert (Leitura obrigatória. É necessário trazer o livro para a aula. Não está na pasta, nem no blog. Use uma biblioteca ou um sebo ou uma livraria).
Aulas 9 e 10: Leitura e discussão de “O romance sob acusação”, de Walter Siti (na pasta apenas) + “Sustentação oral do processo contra Madame Bovary” processo madame bavary
Aulas 11 e 12: Leitura e discussão de “O século sério”, de Franco Moretti: seculo_serio
Aulas 13 e 14: Leitura e discussão do cap. 1 de A teoria do Romance, de Georg Lukács (2009): lukacs-a-teoria-do-romance
Aulas 15 e 16: Leitura e discussão de “O romance é concebível sem o mundo moderno?” de  Cláudio Magris: claudio magris
Aulas 17 e 18: Prova 1 + comentários sobre a prova: o estabelecimento do “campo” da arte, autonomia, o romance e o mundo moderno.
Aulas 19 e 20: Leitura e discussão do cap. 8 de Ligação direta, de Mário Perniola: perniola
Aulas 21 e 22: Leitura e discussão de “Literaturas pós-autônomas”, de Josefina Ludmer: literaturas pos autonomas
Aulas 23 e 24: Discussão de Como me tornei freira, de César Aira. (Leitura obrigatória. É necessário trazer o livro para a aula. Não está na pasta, nem no blog. Use uma biblioteca ou um sebo ou uma livraria).
Aulas 25 e 26: Leitura e discussão de “O que é um autor?”, de Michel Foucault: foucault%20michel-%20o%20que%20%e9%20o%20autor
Aulas 27 e 28: Leitura e discussão de “O autor como gesto”, de Giorgio Agamben: agamben-o-autor-como-gesto
Aulas 29 e 30: Prova 2 + comentários: literatura e autoria; pós-autonomia; retomada de Literatura para quê? de Compagnon

Aulas 31 e 32: Avaliação final

Bibliografia

AGAMBEN, Giorgio. “O autor como gesto”. In: Profanações. Trad. Selvino José Assmann. São Paulo: Boitempo, 2007.
AIRA, César. Como me tornei freira. Trad. Angélica Freitas. Rio de Janeiro, Rocco, 2013.
BENJAMIN, Walter. “A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica”. In: Magia e técnica, arte e política. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. (Obras Escolhidas; v. 1).
BOURDIEU, Pierre. As regras da arte. Gênese e estrutura do campo literário. Trad. Maria Lucia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
COMPAGNON,  Antoine.  Literatura  para  quê? Tradução  de  Laura  Taddei  Brandini.  Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary. Trad. Mário Laranjeira. São Paulo: Cia das Letras; Penguin, 2011.
FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos. Problematização do sujeito: psicologia, psiquiatria e psicanálise. MOTTA, Manoel Barros da (Org.). Tradução de Vera Lúcia Avelar Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999. v. 1.
LUDMER, Josefina. Aqui América latina. Uma especulação. Trad. Rômulo Monte Alto. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
LUKÁCS, G. A teoria do romance. São Paulo: Editora 34, 2000.
MAGRIS, Cláudio. “O romance é concebível sem o mundo moderno?” In: MORETTI (org.). A cultura do romance. Trad. Denise Bottmann. São Paulo: Cosac Naify, 2009.
SITI, Walter. “O romance sob acusação” + “Sustentação oral do processo contra Madame Bovary”. In: MORETTI (org.). A cultura do romance. Trad. Denise Bottmann. São Paulo: Cosac Naify, 2009.
MORETTI, Franco. “O século sério”. In: A cultura do romance. Trad. Denise Bottmann. São Paulo: Cosac Naify, 2009.
PERNIOLA, Mário. Ligação direta. Trad. Davi Pessoa Carneiro. Florianópolis: EdUFSC, 2011.